
Título: Adelaide (Coleção Saraiva #281)
Autor: Arthur de Gobineau, Conde de Gobineau
Sinopse: Joseph Arthur de Gobineau nasceu de uma bem estabelecida família aristocrática.[2]Seu pai, Louis (1784 a 1858), era um oficial militar e ferrenho defensor da família real, e sua mãe, uma escrava oriunda das caraibas, era filha de um coletor de impostos sem nobreza. Vivendo em Paris, a partir de 1835, tornou-se funcionário público como secretário do escritor Alexis de Tocqueville, nomeado ministro, em 1849. Como diplomata, Gobineau serviu em Berna, Hanôver, Frankfurt, Teerã, Rio de Janeiro e Estocolmo. Tinha pretensões artísticas, tendo tentado ser escultor e romancista. Mas se celebrizou como ensaista ao escrever o Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas (1855), seu livro mais célebre, um dos primeiros trabalhos sobre eugenia e racismo publicados no século XIX. Segundo ele, a mistura de raças (miscigenação) era inevitável e levaria a raça humana a graus sempre maiores de degenerescência física e intelectual. É-lhe atribuída a frase: “Não creio que viemos dos macacos mas creio que vamos nessa direção”.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Adelaide (Coleção Saraiva #281)”, de Arthur de Gobineau, Conde de Gobineau, publicado pela editora Edições Saraiva, em 1971 e com 140 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Edições Saraiva
Páginas: 140
Ano: 1971
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9782702813331
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Saraiva oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas que transitam entre o histórico e o ficcional, frequentemente explorando contextos sociais e culturais com um tom que varia do dramático ao suspense. O catálogo sugere um interesse por histórias ambientadas em épocas passadas, como o Brasil colonial, a Europa do século XIX e períodos de guerra, que se entrelaçam com personagens reais e fictícios, criando um clima de mistério e aventura. Muitas obras apresentam protagonistas jovens ou grupos em situações de conflito, seja social, familiar ou criminal, com uma linguagem acessível e ritmo que mescla momentos de tensão e leveza. A diversidade das sinopses indica que há títulos mais narrativos e outros com abordagem mais informativa, sempre com um olhar atento às transformações humanas e históricas.
