
Título: Adios, muneca / Farewell, My Lovely
Autor: Raymond Chandler
Sinopse: Considerada por algunos críticos como la mejor novela de Raymond Chandler (1888-1959), la indagación en la corrupción que supone ADIÓS, MUÑECA (1940) supuso un paso más para el autor en su personal interpretación de las convenciones del género negro. Si en «El sueño eterno» (BA 0700) era un caso de chantaje el que servía de urdimbre para la acción de Philip Marlowe, en «Adiós, muñeca» será la búsqueda que emprende, tras salir de la cárcel, de su «pequeña Velma» el singular gigante Moose Malloy («Incluso en Central Avenue, que no es la calle más discreta del mundo en materia de vestimenta, pasaba tan inadvertido como una tarántula en un trozo de bizcocho») la que desencadene un siniestro recorrido que desenmascara los resortes del poder en una ciudad en la que «las leyes se hacen para los que pagan».
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Adios, muneca / Farewell, My Lovely”, de Raymond Chandler, publicado pela editora Alianza Editorial Sa, em 2007 e com 290 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Alianza Editorial Sa
Páginas: 290
Ano: 2007
Edição: edición
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788420672335
ISBN13: 9788420672335
Sobre a editora
Os livros da editora Alianza Editorial Sa convidam o leitor a uma imersão em narrativas densas e reflexivas, que transitam entre a literatura clássica e ensaios filosóficos ou científicos. O catálogo sugere uma predileção por obras que exploram temas como a complexidade histórica, dilemas éticos, e a condição humana, muitas vezes ambientadas em contextos culturais e temporais específicos, como o Sul dos Estados Unidos ou o Japão do século XX. A leitura costuma exigir atenção ao ritmo e ao tom, que ora são contemplativos e analíticos, ora carregados de tensão e melancolia. Além disso, há um equilíbrio entre textos narrativos, como romances e contos, e obras mais informativas, como dicionários temáticos e tratados filosóficos, o que amplia o espectro de interesse para leitores que buscam tanto ficção elaborada quanto reflexão crítica.
