
Título: Admiring Ash (Love Letters #1)
Autor: Anyta Sunday
Sinopse: A is for Ash Heartford. Adorable, strong, and independent. Abandoned by his parents and attached to only one person—his little sister. Attracted to River, the sultry man who saunters onto his doorstep with startling news. Always yearning for more River, yet afraid to let him in. Should he play it safe, or claim his legacy and risk losing his heart? A is for Admiring Ash. Tropes: Slow burn, virgin, one true love, happily ever after, related but not, hurt/comfort, forbidden love Themes: Sudden inheritance, broken family, insta-dad Genre: Contemporary M/M Romance ~ - ~ - ~ Feisty. Nerdy. Sexy. Secretive. Greenville has them all. A small town with big hearts, Greenville awakens at the mercy of Millionaire Row, the wealthy neighborhood across the tracks from Poplar Low. Bad-tempered boys meet cheeky lovers. Colliding worlds spark a fire of emotion. Heat rages. Hearts mend. Love is lost. And found. Love Letters are playful, sexy, contemporary M/M stories that can be read as standalones. Welcome to Greenville. Come for the sexy boys. Stay for the HEA.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Admiring Ash (Love Letters #1)”, de Anyta Sunday, publicado pela editora Kindle Edition, em 2018 e com 180 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Kindle Edition
Páginas: 180
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Kindle Edition costumam explorar histórias marcadas por relações intensas, conflitos emocionais e personagens que enfrentam dilemas pessoais profundos. O catálogo traz narrativas que transitam entre romances contemporâneos, dramas familiares e suspense, frequentemente com protagonistas que lidam com passados traumáticos ou situações limites. O tom varia do mais sensual e provocativo ao sombrio e tenso, com ritmo que ora acelera em cenas de confronto, ora desacelera para aprofundar emoções. Há obras que abordam temas LGBT, fantasia urbana e até elementos góticos, mostrando certa diversidade dentro de um foco claro em dramas humanos e afetivos.
