
Título: Adolescência e Experiências de Borda
Autor: Ana Costa
Sinopse: adolescência, como todos sabemos, está numa posição fronteiriça entre a infância e a vida adulta. A psicanálise inova ao tomar a adolescência como um trabalho psíquico de transição em que a definição de limites entre os lugares (infantil/adulto, casa/rua, dependência/independência) torna-se questão norteada para o sujeito. Essa é a ocasião em que o jovem é chamado a ocupar um novo lugar, precisando para isso realizar uma passagem da família ao laço social. É o tempo de saída de casa para o ingresso no terreno das relações amorosas e das identidades grupais advindas dos campos sexual, social, profissional, religioso, político, etc. É fora de casa que o sujeito vai buscar o encontro do parceiro amoroso-sexual, assim como o reconhecimento dos seus pares. Como uma passagem, portanto, a adolescência comporta uma construção de fronteiras. Eis aí o que possibilita tomá-la como uma experiência de borda, concebida a partir da teoria psicanalítica da pulsão.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Adolescência e Experiências de Borda”, de Ana Costa, publicado pela editora UFRGS, em 2004 e com 303 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: UFRGS
Páginas: 303
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8570257724
ISBN13: 9788570257727
Sobre a editora
Os livros da editora UFRGS costumam oferecer uma leitura que combina rigor acadêmico com um olhar atento a temas sociais, culturais e científicos. O catálogo privilegia obras que exploram contextos históricos e políticos, como análises da Guerra Fria no Brasil, ao lado de publicações que discutem práticas contemporâneas, como a economia solidária e as redes agroalimentares. A linguagem tende a ser densa e didática, voltada para leitores que buscam aprofundamento e reflexão crítica, com textos que mesclam teoria e exemplos práticos. Além disso, há espaço para abordagens interdisciplinares, como estudos sobre ergonomia em bibliotecas e exposições culturais ligadas à ciência e tecnologia. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas e outras mais informativas, sempre com foco em temas que dialogam com a pesquisa universitária e a produção intelectual.
