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Aesthetics and its discontents

Título: Aesthetics and its discontents

Autor: Jacques Rancière

Sinopse: Aesthetics and Its Discontents Only yesterday aesthetics stood accused of concealing cultural games of social distinction. Now it is considered a parasitic discourse from which artistic practices must be freed. But aesthetics is not a discourse. It is an historical regime of the identification of art. This regime is paradoxical, because it founds the autonomy of art only at the price of suppressing the boundaries separating its practices and its objects from those of everyday life and of making free aesthetic play into the promise of a new revolution. Aesthetics is not a politics by accident but in essence. But this politics operates in the unresolved tension between two opposed forms of politics: the first consists in transforming art into forms of collective life, the second in preserving from all forms of militant or commercial compromise the autonomy that makes it a promise of emancipation. This constitutive tension sheds light on the paradoxes and transformations of critical art. It also makes it possible to understand why today's calls to free art from aesthetics are misguided and lead to a smothering of both aesthetics and politics in ethics.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Aesthetics and its discontents”, de Jacques Rancière, publicado pela editora Polity, em 2009 e com 133 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Polity

Páginas: 133

Ano: 2009

Edição:

Linguagem: inglês

ISBN: 9780745646312

ISBN13: 9780745646312

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Jacques Ranciere propõe um encontro denso e reflexivo, onde o ritmo varia entre o contemplativo e o analítico. Sua prosa, ao mesmo tempo precisa e aberta, convida o leitor a atravessar camadas de pensamento que misturam filosofia, política, arte e literatura, com foco constante na experiência sensível e na igualdade. O tom pode ser tanto rigoroso quanto poético, revelando tensões entre o real e o imaginário, o comum e o excepcional, o político e o estético. A experiência de leitura exige atenção para as sutilezas das ideias e para a forma como elas se entrelaçam, deixando no leitor perguntas sobre a relação entre poder, sensibilidade e emancipação. Nos livros de Jacques Ranciere, a reflexão não se limita a conceitos abstratos, mas se manifesta em análises que dialogam com narrativas, imagens e práticas sociais, criando uma experiência intelectual que é ao mesmo tempo crítica e inventiva.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Polity costumam explorar temas complexos da filosofia, ciências sociais e política, com abordagens que mesclam rigor acadêmico e reflexão crítica. A experiência de leitura é marcada por textos densos, que desafiam o leitor a pensar sobre questões fundamentais como existência, justiça, poder e sociedade contemporânea. O catálogo apresenta obras que dialogam tanto com debates históricos quanto com problemáticas atuais, oferecendo perspectivas que vão do filosófico ao sociológico, sempre com um tom analítico e, por vezes, provocativo. Há títulos que privilegiam a clareza didática, enquanto outros adotam um estilo mais discursivo e experimental, revelando uma diversidade de ritmos e níveis de complexidade.

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