
Título: Afluentes do Rio Silencioso
Autor: John Wray
Sinopse: Terceiro livro do elogiado autor norte-americano John Wray, Afluentes do rio Silencioso narra um dia decisivo na vida de William Heller, jovem de dezesseis anos que sofre de esquizofrenia. Acometido de um delírio, ele foge da clínica psiquiátrica onde está internado e empreende uma jornada pelo sistema de metrô de Nova York. Sozinho entre os túneis subterrâneos, pelos quais tem fixação - o que justifica em parte o apelido Lowboy, "garoto de baixo", que também pode significar "garoto para baixo", uma referência à sua condição mental -, William se move como um minotauro pelo labirinto povoado de mendigos, imigrantes e trens fantasmas da Nova York invisível para quem olha a partir da superfície. Sem que ele possa imaginar, sua mãe superprotetora contrata um policial especializado em casos de resolução difícil e ambos saem em seu encalço. Opondo a imagem da cidade frenética e iluminada da superfície à descrição dos subterrâneos opressores onde se movimenta o personagem, o livro oferece uma brilhante metáfora da mente não medicada de William.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Afluentes do Rio Silencioso”, de John Wray, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2010 e com 304 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 304
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535916334
ISBN13: 9788535916331
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,374
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
