
Título: Africa Fantasma
Autor: MICHEL LEIRIS
Sinopse: Este livro, publicado pela primeira vez em 1934, e um extraordinario diario que registra o cotidiano da Missao Etnografica e Linguistica Dacar-Djibuti, ocorrida entre 1931 e 1933, que cortou a Africa do Atlantico ao Mar Vermelho. Uma sintese da pluralidade de interesses que marcou a vida de Michel Leiris (1901-1990), escritor, poeta e antropologo, e uma leitura pessoal do dia-a-dia do grupo de pesquisadores da primeira iniciativa francesa de investigacao etnografica na Africa. No texto, interpenetram-se pesquisa antropologica e escrita autobiografica, experiencia levada ao limite pelo autor no final da decada de 1930 em Espelho da tauromaquia (Cosac Naify, 2002) e A idade viril (Cosac Naify, 2001). Este A Africa fantasma nao se trata, portanto, de uma historia da missao, nem de um relato de viagem, tampouco de um caderno de campo de antropologo profissional. A subjetividade e o foco. Por isso Leiris define-o como 'simples diario intimo'. Mas um diario que abriga uma multiplicidade de generos: etnografia, relato de viagem, esbocos de ficcao, comentarios politicos, registro de sonhos, tudo organizado pela obsessao confessional do autor
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Africa Fantasma”, de MICHEL LEIRIS, publicado pela editora COSAC NAIFY, em 2008 e com 688 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: COSAC NAIFY
Páginas: 688
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8575036564
ISBN13: 9788575036563
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 4,920
- Altura (cm): 15,90
- Largura (cm): 23,60
- Espessura (cm): 3,80
Sobre a editora
Os livros da editora Cosac Naify costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor documental e narrativa cuidadosa, frequentemente explorando a história da arte, literatura e cultura com profundidade. O catálogo revela uma predileção por textos que dialogam com o passado, seja por meio de biografias detalhadas, ensaios críticos ou clássicos literários revisitados. A linguagem tende a ser clara e precisa, com ritmo que pode variar do ensaístico ao narrativo, mantendo sempre um tom reflexivo e, por vezes, poético. Há uma atenção especial à fidelidade das traduções e à qualidade das ilustrações, que enriquecem a leitura e ajudam a construir atmosferas específicas. A diversidade do catálogo permite tanto uma imersão em temas acadêmicos quanto em histórias literárias que abordam conflitos sociais e humanos em diferentes épocas.
