
Título: Agarra-me o sol por trás
Autor: Tânia Tomé
Sinopse: “Agarra-me o sol por trás” é a primeira obra de Tânia Tomé, lançada em Moçambique em Maio 2010, com revisão de António Cabrita e prefácio de Floriano Martins. Seguiu-se o livro “Agarra-me o sol por trás e outros escritos e melodias” lançado no Brasil pela Escrituras Editora em Outubro de 2010, com prefácio de Floriano Martins. O livro é uma das referências bibliográficas da Pós-graduação em Letras Vernáculas da Universidade Federal do Rio de Janeiro, único livro moçambicano e um dos três africanos seleccionado para o Prémio Portugal Telecom 2011 do Brasil. É autora de “Succenergy - Ative sua energia, descubra todo sucesso dentro de você”, lançado no Brasil, um livro de liderança, motivacional e de desenvolvimento pessoal. Os poemas de Tânia Tomé fazem parte de Antologias como World Poetry Almanac 2009 (190 poetas de 100 países do mundo), representando Moçambique e os Palop, da Antologia THE BILINGUAL ANTHOLOGY ON AFRICAN POETRY, lançada em Shangai (China), da Antologia Poesia Contemporânea Africana, lançada no Brasil, e da Antologia Mundial Poetas Siglo XXI (5100 poetas de 169 países), lançada na Espanha.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Agarra-me o sol por trás”, de Tânia Tomé, publicado pela editora Autopublicação, em 2019 e com 52 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Autopublicação
Páginas: 52
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Autopublicação apresentam um conjunto variado de narrativas que transitam entre o real e o fantástico, explorando desde relatos pessoais e diários de viagem até contos e histórias que dialogam com o sobrenatural e o histórico. O catálogo sugere uma predileção por textos que mesclam o íntimo com o universal, como crônicas da pandemia, jornadas de autoconhecimento e relatos de transformações pessoais. Há obras que se aprofundam em temas culturais e folclóricos, como a presença do lobisomem na cultura popular, enquanto outras exploram conflitos humanos em contextos urbanos e históricos, como favelas e guerras medievais. O tom varia do reflexivo e poético ao tenso e investigativo, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo da proposta narrativa. O material de apresentação indica uma diversidade que inclui contos de suspense, fantasia acadêmica, ficção histórica e manuais práticos, mostrando que a Autopublicação não se prende a um único estilo ou gênero.
