
Título: Age of Aztec
Autor: James Lovegrove
Sinopse: The date is 4 Jaguar 1 Monkey 1 House; November 25th 2012, by the old reckoning. The Aztec Empire rules the world, in the name of Quetzalcoatl - the Feathered Serpent - and his brother gods. The Aztec reign is one of cruel and ruthless oppression, fuelled by regular human sacrifice. In the jungle-infested city of London, one man defies them: the masked vigilante known as the Conquistador. Then the Conquistador is recruited to spearhead an uprising, and discovers the terrible truth about the Aztecs and their gods. The clock is ticking. Apocalypse looms, unless the Conquistador can help assassinate the mysterious, immortal Aztec emperor, the Great Speaker. But his mission is complicated by Mal Vaughn, a police detective who is on his trail, determined to bring him to justice.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Age of Aztec”, de James Lovegrove, publicado pela editora Solaris, em 2012 e com 416 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Solaris
Páginas: 416
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 1907992804
ISBN13: 9781907992803
Sobre a editora
Os livros da editora Solaris conduzem o leitor por universos onde o conflito, seja ele político, mágico ou tecnológico, está sempre presente, criando tensões que impulsionam narrativas densas e envolventes. A experiência de leitura frequentemente alterna entre o épico e o íntimo, com personagens que enfrentam dilemas morais profundos e ambientes que vão desde castelos antigos até cenários futuristas e urbanos. O catálogo sugere uma predileção por histórias que exploram o fantástico em suas múltiplas formas, com tramas que combinam mistério, intriga e elementos sobrenaturais, além de incursões em ficção científica militar e dark fantasy. A linguagem varia entre o lírico e o direto, mantendo um ritmo que pode ser tanto acelerado quanto contemplativo, dependendo do foco narrativo.
