
Título: Age of Iron (Penguin Essentials)
Autor: J. M. Coetzee
Sinopse: Nobel Laureate and two-time Booker prize-winning author of Disgrace, J. M. Coetzee tells the remarkable story of a nation gripped in brutal apartheid in Age of Iron. In Cape Town, South Africa, an elderly classics professor writes a letter to her distant daughter, recounting the strange and disturbing events of her dying days. She has been opposed to the lies and the brutality of apartheid all her life, but now she finds herself coming face to face with its true horrors: the hounding by the police of her servant's son, the burning of a nearby black township, the murder by security forces of a teenage activist who seeks refuge in her house. Through it all, her only companion, the only person to whom she can confess her mounting anger and despair, is a homeless man who one day appears on her doorstep. In Age of Iron, J. M. Coetzee brings his searing insight and masterful control of language to bear on one of the darkest episodes of our times.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Age of Iron (Penguin Essentials)”, de J. M. Coetzee, publicado pela editora Penguin, em 2018 e com 208 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin
Páginas: 208
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9780241983935
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas envolventes e textos densos, com temas que transitam entre suspense, filosofia, história e literatura clássica. O catálogo apresenta desde thrillers contemporâneos com tramas policiais e conspirações até reflexões existenciais e guias práticos, como manuais de sobrevivência e técnicas culinárias. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre histórias narrativas e obras mais informativas ou ensaísticas, com um tom que pode variar do tenso e misterioso ao didático e contemplativo. A linguagem frequentemente privilegia personagens complexos e conflitos profundos, enquanto o ritmo pode oscilar entre o acelerado das tramas de suspense e o mais pausado das obras clássicas e filosóficas.
