
Título: Água É Uma Máquina Do Tempo
Autor: Aline Motta
Sinopse: Entre palavra e imagem, entre arquivo e fabulação, A água é uma máquina do tempo, de Aline Motta, reúne diversas linguagens artísticas e reconfigura memórias ao se valer de uma percepção não-linear do tempo. Construindo um mosaico fluido de épocas a partir de documentos históricos, a artista-escritora cruza diversos planos entre si, num percurso que passa pelo luto por sua mãe e vai até o Rio de Janeiro de fins do século XIX, através dos fragmentos que reconstroem as vidas de Ambrosina e Michaela, antepassadas da autora. Ao aliar criação e pesquisa, Aline Motta expõe as várias formas de rasura que a herança colonial impõe à nossa história. Na orelha do livro, Ricardo Aleixo escreve: “No afã de dar corpo a esse ‘tentar narrar’ o talvez inenarrável – as lacunas, fendas, dobras, os invisíveis liames, os desvãos da história –, Aline nos oferta uma obra que, em suas palavras, resulta de um processo de criação tão obsessivo e extenuante que bem pode ser definido como uma espécie de possessão”. Comovente e contundente, A água é uma máquina do tempo funde o poético e o documental e faz da imaginação um ato político de transformação.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Água É Uma Máquina Do Tempo”, de Aline Motta, publicado pela editora Círculo de poemas, em 2022 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Círculo de poemas
Páginas: 144
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6584574040
ISBN13: 9786584574045
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,183
- Altura (cm): 20,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Círculo de poemas convidam o leitor a habitar territórios poéticos que transitam entre o íntimo e o coletivo, entre memórias pessoais e histórias maiores. A experiência de leitura costuma ser marcada por uma atenção cuidadosa à relação entre palavra e espaço, seja na casa, no bairro, ou em mapas imaginários que orientam os poemas. O catálogo privilegia obras que exploram o tempo de forma não linear, com poemas que dialogam com imagens, documentos históricos e experiências de luto, criando atmosferas densas e multifacetadas. Em alguns casos, a poesia se apresenta com humor e irreverência, enquanto em outros, assume um tom mais meditativo e político. A diversidade do acervo sugere um equilíbrio entre obras que desafiam formas tradicionais e outras que se ancoram em referências culturais e históricas específicas.
