
Título: Agulhas Descartáveis
Autor: Luiz Coelho
Sinopse: Com orelha do poeta e tradutor Paulo Henriques Britto, “Agulhas Descartáveis” é a primeira publicação solo de Luiz Coelho. Uma das principais novas vozes de poesia no Rio de Janeiro, Coelho demonstra um domínio avançado da técnica poética. Seus poemas foram publicados em periódicos como o Jornal “Plástico Bolha” e Revista “Modo de Usar & Co”. O livro é dividido em cinco partes: “Avoidance”, “Diamonds”, “Púrpura”, “Mármore” e “Speedball”. O estilo frenético de imagens e acontecimentos e a linguagem coloquial convivem em harmonia com a musicalidade das frases e a ironia fina. “Agulhas Descartáveis”, como o título sugere, equilibra impacto com leveza. No texto da orelha, Paulo Henriques Britto ressalta a maturidade do jovem poeta e detalha a segurança com que este constrói seus textos. A cada seção, há a proposta, lançado pelo próprio autor, de um novo exercício formal, multiplicando os sentidos ao mesmo tempo em que mantém a “coerência do tom”. “Agulhas descartáveis marca a entrada em cena de um poeta de qualidade”, conclui.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Agulhas Descartáveis”, de Luiz Coelho, publicado pela editora Oito e meio, em 2012 e com 79 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Oito e meio
Páginas: 79
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8563883151
ISBN13: 9788563883155
Sobre a editora
Os livros da editora Oito e Meio costumam explorar territórios literários densos, onde a linguagem é trabalhada com cuidado e inventividade, seja em narrativas que misturam contos e romances ou em textos que transitam entre o poético e o político. O catálogo privilegia histórias que abordam conflitos sociais profundos, como desigualdade e violência, mas também o cotidiano íntimo e as tensões das relações humanas, especialmente sob perspectivas femininas e urbanas. A leitura frequentemente exige atenção ao ritmo e ao tom, que podem variar do humor ácido ao lirismo melancólico, passando por um humor negro e por experimentações formais que desafiam o leitor. A presença de narradores que se deslocam entre o real e o surreal, ou que adotam vozes fragmentadas e polifônicas, é recorrente, criando uma experiência de leitura que combina inquietação e reflexão.
