
Título: Ai, que medo de hospital
Autor: Rocha Simone
Sinopse: Quem não tem medo de hospital? Adultos e crianças temem adoecer e sentir-se entre estranhos durante os tratamentos de saúde. Talvez por isso, João não queria ir ao hospital. Mas, qual não é a sua surpresa ao se ver num espaço acolhedor e alegre. E quem poderia imaginar que tem até uma sala de aula no hospital, brincadeiras e muitos risos? Este livro é dedicado a todas as crianças que têm medo do hospital. Mas também a vocês, pais, mães, professores e professoras das classes hospitalares, que as acompanham, nesses momentos, trazendo-lhes paz e confiança com a sua presença e dedicação. Que a leitura deste livro, dedicado às crianças em tratamento de saúde, escrito por Simone Rocha, seja motivo de uma boa conversa sobre o hospital, a saúde e a vida.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Ai, que medo de hospital”, de Rocha Simone, publicado pela editora Editora CJA, em 2016 e com 28 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Editora CJA
Páginas: 28
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8567581974
ISBN13: 9788567581972
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,110
- Altura (cm): 25,00
- Largura (cm): 17,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Editora CJA apresentam um olhar atento às tradições culturais brasileiras, especialmente do Nordeste, com narrativas que transitam entre o popular e o histórico. O tom das obras varia entre a poesia singela e a prosa que aborda conflitos sociais profundos, como a escravidão, a opressão patriarcal e as mazelas do passado. Em muitos casos, o ritmo da leitura é marcado por uma forte carga emocional, ora com tensão dramática, ora com uma linguagem acessível e lírica. O catálogo sugere um interesse por personagens femininas complexas, histórias de resistência e contextos rurais ou urbanos que dialogam com memórias coletivas e individuais.
