
Título: Ainda Orangotangos
Autor: Paulo Scott
Sinopse: Ainda orangotangos é o livro de contos do escritor gaúcho Paulo Scott, autor dos volumes de poemas Senhor Escuridão. São narrativas curtas, cruéis e verdadeiras, que agem como disparos velozes e certeiros, relatos nos quais a realidade se rende à estranheza e se abre numa mistura do bem com o mal. O prefácio é assinado pelo escritor e crítico literário José Castello, que afirma que “os contos de Scott perseguem o ser humano ali onde ele é mais humano, e mais desumano também. Ali onde tudo fracassa e, em meio à derrota, num sopro de coragem, o homem, apesar de tudo, vence”. Temas considerados desagradáveis, como epidemias, torturas, obsessões e perversões, são recorrentes na prosa de Scott, repleta de uma poesia antilírica tirada do feio e do lúgubre. Ainda orangotangos, prossegue Castello, “sempre orangotangos: homens da floresta virgem, lançados no abismo da origem. Homens do início, precursores, mas também estigmas, fardos a carregar. Um passado que pesa.” Os textos de Paulo Scott relatam um mundo observado com as únicas lentes capazes de encarar a realidade: os olhos da loucura.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Ainda Orangotangos”, de Paulo Scott, publicado pela editora Bertrand Brasil, em 2007 e com 84 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 84
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8528612864
ISBN13: 9788528612868
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,135
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora BERTRAND BRASIL apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas intensas e reflexões aprofundadas, transitando entre o romance histórico, o thriller psicológico e o ensaio crítico. O catálogo sugere um interesse por personagens complexos, como jovens mulheres em processos de autodescoberta, figuras históricas envoltas em conflitos políticos e sociais, além de histórias urbanas marcadas por tensões cotidianas. A linguagem varia do poético ao direto, com textos que exploram tanto o drama íntimo quanto o panorama amplo de questões sociais e culturais.
