
Título: Aisthesis: estética, educação e comunidades
Autor: Maria Beatriz de Medeiros
Sinopse: Uma mesma canção, numa tarde de domingo ou na sala de espera de um consultório médico, pode encantar e agoniar, dois lados e uma mesma moeda para explicar o que de fato não tem explicação é apenas uma "verdade momentânea". Maria Beatriz de Medeiros nos leva a uma viagem pelo nossos sentidos em busca da compreensão de o que é a arte. A arte intriga, questiona, traz controvérsias. "Aisthesis" procura entender esta arte, que, como diz a autora, é mais que um conceito, é subjetiva e deve ser sentida. Não há respostas e sim uma magnífica reflexão, pois a arte deve continuar intrigando. Ver, ouvir, sentir, apreciar, cada um de nós possui as mesmas faculdades sensitivas, mas olhares diferentes tornam a apreciação rica, com críticas justificadas, revelando a importância das diferenças.Vale a pena conferir o livro que é destinado a todos os estudiosos e amantes da arte dispostos a viajar...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Aisthesis: estética, educação e comunidades”, de Maria Beatriz de Medeiros, publicado pela editora Argos, em 2005 e com 185 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Argos
Páginas: 185
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8598981168
ISBN13: 9788598981161
Sobre a editora
Os livros da editora ARGOS convidam a uma imersão em temas ligados à história regional, ciências humanas e sociais, além de debates contemporâneos em educação, cultura e políticas públicas. A leitura geralmente envolve narrativas que combinam pesquisa acadêmica com relatos documentais e análises críticas, criando um ritmo que alterna entre o descritivo e o reflexivo. O catálogo privilegia obras que exploram o oeste catarinense sob múltiplas perspectivas, mas também se estende a discussões sobre urbanismo, inclusão e ciência e tecnologia no Brasil. Há uma atenção especial a textos que, mesmo densos, mantêm uma linguagem acessível, favorecendo tanto o público acadêmico quanto leitores interessados em temas sociais e culturais.
