
Título: Alcanorte, da farsa às cinzas
Autor: Cláudio Guerra
Sinopse: Passados 32 anos, a fábrica não foi concluída, mas já consumiu cerca de R$500 milhões de reais, parte deles no esqueleto erigido à beira do istmo da ilha de Macau que esta ali como um monumento à insensatez do capitalismo. Esta história de "dumping". Uma exemplar história do ataque à nossa soberania. É também a história da irresponsabilidade com o dinheiro do povo, aqui concretizada com o abandono da fábrica, o engodo da privatização e a "doação" para os operários quando só restavam cinzas. Permeando a história em todos esses anos, as chamadas "forças estranhas", que não deixaram o projeto prosperar. O palco desta tragédia, Macau, Rio Grande do Norte, é uma das regiões mais ricas do Brasil pela abundância de petróleo, gás, sal e pescado e apresenta um dos mais baixos índices de desenvolvimento humano do país.Coisas do capitalismo!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Alcanorte, da farsa às cinzas”, de Cláudio Guerra, publicado pela editora Sebo Vermelho, em 2009 e com 157 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Sebo Vermelho
Páginas: 157
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8590913007
ISBN13: 9788590913009
Sobre a editora
Os livros da editora Sebo Vermelho costumam transportar o leitor a cenários históricos e regionais marcantes, especialmente do Nordeste brasileiro, com foco no Rio Grande do Norte. As narrativas frequentemente exploram personagens reais ou inspirados em figuras históricas, como coronéis, cangaceiros e líderes locais, além de trazer memórias e biografias que revelam tensões sociais, políticas e culturais. O tom varia entre o lírico e o documental, com algumas obras adotando um ritmo mais reflexivo, outras uma prosa mais direta e crítica. O catálogo sugere um interesse por histórias que dialogam com o passado e que, por vezes, apresentam conflitos entre tradição e modernidade, além de temas como identidade regional, poder e resistência.
