
Título: Além da Terra: cooperativismo e trabalho na educação do MST
Autor: Antonio Julio de Menezes Neto
Sinopse: Quem acredita que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST é capaz de se utilizar de todos os meios para alcançar seu objetivo - a terra, tem na leitura deste livro uma ótima oportunidade de rever seus conceitos. Em páginas reveladoras, seu autor, o sociólogo e professor da Faculdade de Educação da UFMG Antonio Julio de Menezes Neto, trata logo de esclarecer que a terra, para os sem-terra, não é o fim, mas meio. "Neste mundo de monopólios e desemprego, de concentração e exclusão", sustenta Menezes Neto, "a luta do MST é a luta de cidadãos, de trabalhadores, em busca do direito ao trabalho, à saúde, à escola, à cultura, ao lazer, etc. É uma luta pelos bens e direitos de cidadania". Neste sentido, "transcende a luta pela terra".
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Além da Terra: cooperativismo e trabalho na educação do MST”, de Antonio Julio de Menezes Neto, publicado pela editora Quartet, em 2003 e com 176 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Quartet
Páginas: 176
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8585696605
ISBN13: 9788585696603
Sobre a editora
Os livros da editora Quartet convidam o leitor a um mergulho em temas sociais, educacionais e culturais com abordagem crítica e reflexiva. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom que equilibra rigor analítico e linguagem acessível, frequentemente direcionada a públicos acadêmicos e profissionais, mas também a leitores interessados em questões contemporâneas. O catálogo apresenta obras que problematizam temas como educação, gestão, políticas públicas e movimentos sociais, muitas vezes com foco em contextos brasileiros e latino-americanos. Há uma diversidade entre textos mais densos e teóricos e outros com narrativa mais direta e coloquial, o que permite contrastes entre obras que aprofundam debates e aquelas que dialogam com públicos jovens ou amplos.
