
Título: Alfabeto Sagrado, O
Autor: Josy Eisenberg
Sinopse: Eis um livro muito esperado, no cruzamento das ciências humanas com o pensamento religioso. Ele apresenta o sentido das letras do alfabeto hebraico, um dos mais antigos do mundo. Mais que um instrumento para a escrita, a linguagem e o intercâmbio, as vinte e duas letras que o compõem estão, segundo a cabala e o Talmud, na origem da criação do mundo. Elas contêm um sentido e um valor numérico que permitem lançar os fundamentos de uma verdadeira filosofia de vida. O diálogo entre Josy Eisenberg e Adin Steinsaltz permite-nos entrar no conhecimento das Escrituras e partilhar uma tradição intelectual e uma cultura que vai das matemáticas à mística. Os vinte e dois capítulos são ao mesmo tempo relatos maravilhosos e pretextos para a reflexão e a meditação. Crente ou não, o leitor compreenderá o sentido profundo e o valor temporal dos textos bíblicos. A leitura desses textos eleva o espírito e enriquece o entendimento.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Alfabeto Sagrado, O”, de Josy Eisenberg, publicado pela editora Edições Loyola, em 2014 e com 312 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 312
Ano: 2014
Edição: Filosofia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515041243
ISBN13: 9788515041244
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,371
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
