
Título: Alfred Hitchcock
Autor: Peter Ackroyd
Sinopse: Alfred Hitchcock was a strange child. Fat, lonely, burning with fear and ambition, his childhood was an isolated one, scented with fish from his father's shop. Afraid to leave his bedroom, he would plan great voyages, using railway timetables to plot an exact imaginary route across Europe. So how did this fearful figure become the one of the most respected film directors of the twentieth century?As an adult, Hitch rigorously controlled the press's portrait of himself, drawing certain carefully selected childhood anecdotes into full focus and blurring all others out. In this quick-witted portrait, Ackroyd reveals something more: a lugubriously jolly man fond of practical jokes, who smashes a once-used tea cup every morning to remind himself of the frailty of life. Iconic film stars make cameo appearances, just as Hitch did in his own films. Grace Kelly, Carey Grant and James Stewart despair of his detached directing style, and, perhaps most famously of all, Tippi Hedren endures cuts and bruises from a real-life fearsome flock of birds.Alfred Hitchcock wrests the director's chair back from the master of control and discovers what lurks just out of sight, in the corner of the shot.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Alfred Hitchcock”, de Peter Ackroyd, publicado pela editora Vintage, em 2016 e com 288 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vintage
Páginas: 288
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9780099287667
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
