
Título: Algoritmos Sagrados: Símbolo Oculto
Autor: M. L. Pontes
Sinopse: Símbolo Oculto, o terceiro volume da série Algoritmos Sagrados revela fatos que abalarão os alicerces da nossa cultura. O céu e o inferno nunca mais serão os mesmos e, os mais íntimos segredos, esquecidos e sepultados por milênios, virão à tona. Layla Aina inicia sua jornada subjugando os mais poderosos demônios em resgate à alma de seu amor. A jovem menina não estará sozinha, ao lado de Aaron, encontrarão novos aliados. Em diversos cenários pelo mundo, eles estarão desvendando antigos mistérios, arriscando suas vidas em busca da verdade e, revelando ao mundo mais uma vez, um antigo enigma: o Símbolo Oculto. Não haverá trégua, Layla será caçada, o mal e o bem parecem trilhar o mesmo caminho e, entre mortos e feridos, em uma batalha pelo livre arbítrio, ela seguirá sua vida convicta que, finalmente terá seu desejado final feliz.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Algoritmos Sagrados: Símbolo Oculto”, de M. L. Pontes, publicado pela editora Clube de Autores, em 2011 e com 265 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Clube de Autores
Páginas: 265
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Clube de Autores oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pela presença frequente de narrativas que transitam entre fantasia, espiritualidade e relatos pessoais. Muitas obras exploram conflitos internos e externos, com personagens que enfrentam desafios sobrenaturais, dilemas emocionais ou jornadas de autoconhecimento, criando um clima que pode variar do suspense ao romance, sempre com uma linguagem acessível. Além disso, há títulos que se dedicam a reflexões filosóficas, análises históricas e relatos biográficos, mostrando um catálogo que não se prende a um único estilo, mas que privilegia histórias que envolvem o leitor em atmosferas tanto mais narrativas quanto informativas.
