
Título: Algorrritmos [sic]: Infopoemas
Autor: Ernesto de Melo e Castro
Sinopse: Este livro é um dos resultados do longo processo do autor de experimentação e pesquisa na campo da poesia virtual.Pela exclusiva utilização de instrumentos informáticos, coloca-se na esfera da infopoesia.Os poemas resultam portanto da interação de três elementos: o indivíduo operador, o hardware e o software, interação sem a qual estes poemas não seriam possíveis. Se a noção convencional de autor é assim relativizada, deve salientar-se que é do autor que depende a condução e intencionalidade do processo criativo, bem como a aceitação ou recusa crítica dos resultados obtidos.Se deslocarmos a ênfase do autor e do processo de criação para o lado do leitor, fácil se torna entender que uma relação dialógica entre o verbalmente legível e o ilegível (ou só visualmente apreensível) está embutida estruturalmente na infopoesia. Ler será então a reconstrução de um transcódigo que cada infopoema consigo transporta, à espera de ser reinventado pelo leitor.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Algorrritmos [sic]: Infopoemas”, de Ernesto de Melo e Castro, publicado pela editora Musa, em 1998 e com 124 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Musa
Páginas: 124
Ano: 1998
Edição: 1a. ed
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8585653353
ISBN13: 9788585653354
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,334
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 26,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Musa oferecem uma experiência de leitura que mescla rigor acadêmico e sensibilidade humana, frequentemente explorando temas sociais, culturais e históricos a partir de perspectivas multidisciplinares. As sinopses indicam um catálogo que valoriza narrativas densas e reflexivas, com obras que transitam entre o ensaio, a pesquisa documental e a literatura memorialística. O tom costuma ser sóbrio e didático, com textos que convidam à reflexão crítica, seja sobre a formação da subjetividade, os desafios do trabalho contemporâneo, ou questões culturais e religiosas. Há uma atenção clara para as intersecções entre o indivíduo e o coletivo, muitas vezes em contextos históricos ou sociais específicos.
