
Título: Algumas Mulheres do Mundo
Sinopse: Reunindo quase 200 cartuns “Algumas mulheres do mundo”, de Chiquinha, é um retrato bem-humorado do comportamento feminino. Com 192 páginas, o livro conta com prefácio da antropóloga Mirian Goldenberg, que descreve as mulheres de Chiquinha como “extremamente irreverentes e dramaticamente insatisfeitas” e que elas “ensinam que rir de si mesmas é fundamental para quebrar clichês, tabus e estereótipos”. Laerte Coutinho, que assina a quarta capa, lembra ainda que os desenhos de Chiquinha representam “nossa busca por equilíbrio entre o grotesco e o gracioso, o patético e o encantador, o terror do fracasso e a esperança de um empate honroso”.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Algumas Mulheres do Mundo”, de Chiquinha Formada em jornalismo pela PUC-RS, Fabiane começou a trabalhar como assistente de redação e arte-finalista na edição brasileira da revista Mad. Em 2005, teve um quadrinho seu publicado na coluna do cartunista Ota no Jornal do Brasil e, pouco tempo depois foi contra..., publicado pela editora Mórula, em 2014 e com 192 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Mórula
Páginas: 192
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Mórula convidam o leitor a explorar temas brasileiros sob perspectivas que mesclam análise social, cultura popular e narrativas com toque poético. O catálogo revela um interesse por histórias que transitam entre o realismo fantástico do futebol e a crônica do cotidiano, passando por reflexões políticas e culturais densas, como a persistência da ditadura militar e o racismo estrutural. A linguagem varia entre o ensaístico, o memorialístico e o ficcional, com ritmo ora contemplativo, ora marcado por humor e crítica social. Essa diversidade sugere um público que valoriza leituras que instigam o pensamento e a imaginação, sem abrir mão de uma conexão concreta com o Brasil contemporâneo e suas múltiplas vozes.
