
Título: Alice in Murderland #01
Sinopse: Now! Let the "Mad Tea Party" begin! The Kuonji clan, owner of one of the world's top conglomerates, has a tradition: Once a month, family members attend a "Mad Tea Party." But at the latest gathering, the nine Kuonji siblings in attendance are shocked to hear a pronouncement issue from the lips of their mother, Olga- "I'd like you children to now fight one another to the death!" As chaos erupts, Stella, the fourth daughter, loses all reason, and suddenly a whole new Stella, complete with blonde hair and blue dress, comes out to play-!!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Alice in Murderland #01”, de Kaori Yuki Conhecida por seus quadrinhos góticos como Conde Cain, Godchild, e Angel Sanctuary, Yuki estreou em 1987 com Natsufuku não Erii, que decorreu na antalogia mangá Bessatsu Hana to Yume, publicado pela Hakusensha. Seu trabalho normalmente é serializado, em um dos dois..., publicado pela editora Yen Press, em 2015 e com 176 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Yen Press
Páginas: 176
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Yen Press costumam mergulhar o leitor em universos onde emoções intensas e relações complexas ganham destaque, com histórias que transitam entre o cotidiano e mundos fantásticos. O catálogo traz desde narrativas românticas delicadas, como histórias de amor entre amigas, até tramas recheadas de intrigas políticas e batalhas épicas. O tom varia entre o caloroso e o tenso, com ritmo que ora privilegia o desenvolvimento emocional, ora acelera em sequências de ação e suspense. A diversidade de temas permite que o leitor encontre tanto dramas pessoais quanto aventuras de fantasia, com personagens que enfrentam dilemas internos e externos. Assim, o leitor pode esperar uma experiência que combina sensibilidade e dinamismo, com narrativas que exploram tanto o íntimo quanto o grandioso.
