
Título: Alice in Wonderland
Autor: Lewis Carroll
Sinopse: Lewis Carroll's classic story of Alice's extraordinary adventures in crammed with strange events and bizarre and unforgettable characters. Alice follows the White Rabbit down the rabbit-hole and into a series of extraordinary adventures in Wonderland, a country of crazy logic where the absurd and surreal are the norm. Riddles have no answers, songs turn into nonsense and everything is punctuated with dreadful puns. The animals who live there can not only speak but are positively argumentative; however, the self-possessed Alice is well able to cope with everything she meets. Which is just as well, as these include a hookah-smoking Caterpillar, the Cheshire Cat, the Mock Turtle and a baby who turns into a piglet. Alice runs in the Caucus Race, attends the Mad Hatter's Tea Party and plays croquet with croquet with flamingoes and hedgehogs. Even the Queen of Hearts with her threats of execution all round can hold no real fears for Alice...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Alice in Wonderland”, de Lewis Carroll, publicado pela editora Penguin Books, em 2000 e com 163 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 163
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0582421233
ISBN13: 9780582421233
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
