
Título: Alice no Jardim de Infância
Autor: Lewis Carroll
Sinopse: Concebido e escrito entre 1889 e 1890, o livro Alice no jardim de infância é uma obra de Lewis Carroll que se propõe a recontar, para crianças de zero a cinco anos, as aventuras da menina Alice no País das Maravilhas. O autor inglês escreveu o livro com um olho em vinte ilustrações coloridas de Tenniel, que já haviam aparecido em preto e branco no livro original. O leitor brasileiro saberá agora que Alice usava meias azuis..., e verá essas meias e outros detalhes importantes da personagem se destacarem nas páginas deste livro, que revela novas e saborosas facetas da maior heroína de Carroll.
Contexto da obra
Na ficção juvenil, obras como esta costumam ganhar força pela identificação e pela fluidez da leitura. “Alice no Jardim de Infância”, de Lewis Carroll, publicado pela editora Iluminuras, em 2013 e com 63 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Juvenil. Esse contexto costuma ser útil para situar o livro dentro das experiências e sensibilidades do público jovem.
Editora: Iluminuras
Páginas: 63
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8573214155
ISBN13: 9788573214154
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,302
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 20,00
- Espessura (cm): 0,30
Sobre a editora
Os livros da editora Iluminuras convidam o leitor a uma experiência de leitura que mescla rigor intelectual e sensibilidade estética. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram a densidade da linguagem, seja por meio de poesia, ensaios filosóficos ou narrativas literárias que problematizam dilemas éticos e existenciais. A diversidade temática é marcada por textos que transitam entre a reflexão crítica e a expressão artística, com destaque para abordagens que valorizam a complexidade do olhar sobre a arte, a literatura e a condição humana. Em muitos títulos, percebe-se um tom contemplativo, ora introspectivo, ora incisivo, que desafia o leitor a pensar além da superfície dos temas tratados. A editora parece privilegiar obras que dialogam com tradições literárias e filosóficas, mas que também apresentam rupturas e experimentações formais, como o uso do fragmento, do monólogo ou da linguagem poética com forte carga imagética.
