
Título: All new people
Autor: Anne Lamott
Sinopse: In this child's-eye view of the fear and pain of growing up, Lamott shows in vivid word pictures that the child is parent of the adult. Nan Goodman, hurting after a failed marriage and her father's death, goes back to the town of her childhood. As skinny little Nanny, aged five to 12, she either adored or was ashamed of her leftist parents, her writer father who never made enough money for comfort and her devoutly Christian mother who was his inspiration. Wrenching memories of family disasters, and especially the cruel snubs and abject solitude of childhood, are dissipated by love and laughter, and the adult Nan makes peace with her past. In spare prose Lamott ( Rosie , LJ 10/15/83) creates endearing, quirky characters in scenes memorable for being so skillfully drawn and universally appealing. A heart-warmer, to be savored. - Michele Leber, Fairfax Cty. P.L., Va.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “All new people”, de Anne Lamott, publicado pela editora Counterpoint, em 1999 e com 166 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Counterpoint
Páginas: 166
Ano: 1999
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1582430543
ISBN13: 9781582430546
Sobre a editora
Os livros da editora Counterpoint conduzem o leitor por narrativas que exploram a complexidade das relações humanas, ambientais e históricas, muitas vezes com um tom reflexivo e por vezes inquietante. O catálogo privilegia obras que mesclam memórias pessoais, ensaios e ficção com temas como vício, recuperação, ecologia profunda e conflitos familiares. As histórias frequentemente se desenrolam em cenários marcados por tensões culturais e sociais, como comunidades indígenas, ambientes naturais selvagens ou momentos históricos conturbados, criando uma experiência de leitura que é tanto intelectual quanto sensorial. A linguagem varia entre a prosa poética e o estilo investigativo, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto tenso, dependendo do foco narrativo. Em meio a essa diversidade, há um interesse recorrente pela ligação entre o indivíduo e o meio – seja ele natural, social ou psicológico – e pelas consequências dessa conexão para o futuro coletivo.
