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All Whom I Have Loved

Título: All Whom I Have Loved

Autor: Aharon Appelfeld

Sinopse: Israeli novelist Appelfeld (The Story of a Life; The Iron Tracks) sets this pre-Holocaust novel in 1938 Czernowitz, Ukraine, where narrator Paul Rosenfeld, a nine-year-old Jewish boy, watches his family and community fall apart. Paul, whose isolation is exacerbated by his exemption from school because of his asthma, watches as, in short order, his parents divorce, his adored nanny is killed by her jealous fiancé and his schoolteacher mother abandons him (first when she marries a colleague and converts to Christianity, and later when she contracts typhus and dies). Paul is left in the care of his father, a depressed, alcoholic painter who hardly speaks except to rail against the anti-Semitic art critics who have labeled his art "decadent" and thwarted his career. Paul daydreams about an idyllic country vacation he once took with his mother and finds himself drawn to the Orthodox Jews he meets. Meanwhile, strangers hurl anti-Semitic insults and World War II looms. Though Appelfeld's bewildered child narrator is a pleasure to follow, he stumbles into gratingly precious territory on occasion. For all its morbidity, the story is seductive and, ultimately, devastating.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “All Whom I Have Loved”, de Aharon Appelfeld, publicado pela editora Schocken, em 2007 e com 246 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Schocken

Páginas: 246

Ano: 2007

Edição:

Linguagem: inglês

ISBN: 0805241779

ISBN13: 9780805241778

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Aharon Appelfeld conduz a um universo marcado pela tensão entre a memória e o esquecimento, onde o passado se infiltra de forma fragmentada e às vezes dolorosa. A prosa é contida, quase seca, mas carrega um lirismo sutil que ilumina cenas de isolamento, medo e esperança. Os personagens são frequentemente crianças ou jovens que enfrentam a brutalidade da história, com uma narrativa que alterna entre o íntimo e o externo, revelando o impacto da perseguição e da perda na experiência individual. O ritmo varia entre momentos de contemplação silenciosa e episódios de urgência, mantendo o leitor em uma expectativa constante sobre o destino dos protagonistas. Em meio a isso, há uma atenção delicada às pequenas coisas — gestos, paisagens, detalhes da vida cotidiana — que ganham peso simbólico e emocional.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Schocken costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por textos densos e reflexivos, que transitam entre memórias pessoais, ensaios históricos e narrativas existenciais. O catálogo privilegia obras que exploram conflitos profundos, como a luta contra regimes totalitários, crises de identidade cultural e dilemas éticos, frequentemente ambientados em contextos históricos complexos, como o Holocausto, o Oriente Médio contemporâneo e o universo judaico. A linguagem tende a ser precisa e cuidadosa, com um tom que varia do intimista ao analítico, convidando o leitor a refletir sobre temas como memória, identidade, autoridade e espiritualidade. Entre os livros, há desde relatos autobiográficos até diálogos filosóficos, o que sugere um equilíbrio entre narrativas mais narrativas e outras mais informativas e interpretativas.

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