
Título: Alma de poeta
Autor: Maria L.P. Mariano
Sinopse: De alma jovem e olhos antigos, daqueles que desvelam o tempo e transformam a vida em poesia, Dona Maria sempre encontrou nos versos um refúgio e uma lente para o mundo. Dedicando-se à escrita desde os anos 70, com sua sensibilidade única, lançou os poemários Versos e Trilhas e De Volta, publicados inicialmente pela editora Letra Capital. Agora, aos 87 anos, Maria L.P. Mariano revisita a produção de uma vida em uma antologia especial, publicada pela Editora Cachalote. Em Alma de poeta, seus versos refletem a sabedoria do tempo e a persistência de uma voz que se renova a cada palavra. Dona Maria, com sua presença serena e lírica, nos convida a caminhar com ela pelas trilhas de sua alma e a descobrir a beleza que esconde nas entrelinhas do cotidiano.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Alma de poeta”, de Maria L.P. Mariano, publicado pela editora Editora Cachalote, em 2024 e com 80 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Editora Cachalote
Páginas: 80
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6583003147
ISBN13: 9786583003140
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Cachalote propõem uma experiência de leitura que combina experimentação formal e uma linguagem densa, frequentemente poética e multifacetada. O catálogo privilegia obras que exploram a memória, o corpo, a linguagem e a identidade, muitas vezes atravessando fronteiras entre gêneros como poesia, conto e romance. A narrativa pode ser tanto fragmentada e caleidoscópica quanto marcada por um ritmo intenso e uma prosa carregada de imagens sensoriais. Há uma atenção constante ao uso inventivo da língua, que se manifesta em textos que dialogam com o visual, o sensorial e o político, convidando o leitor a uma imersão que exige participação ativa. Em meio a essa diversidade, a Editora Cachalote apresenta obras que transitam entre o experimental e o narrativo, entre o íntimo e o coletivo.
