
Título: Amar Elos Vermelhos
Autor: Marcia Meira Basto
Sinopse: Amar (os) elos abrindo a porta por onde a brancura da Menina invade vermelhos que sangram do corpo da Mulher, Amarelos fundindo, para sempre, a Menina e a Mulher na luz que ocupa todo o dentro da casa da infância. E sem avidez, esperas ou lembranças, escreveu-se na entrega devotada do olhar do cão. Aceitando. Sem perguntas, nem formosura, Solenidade ou suculência de polpa e verões. Escreveu-se no nada, no chão, no voo parado do beija flor. No sangue coagulado do sonho da velhice. Na demência, Preguiça. Despindo cada palavra da maciez da pele, entranhando-se na concreta do caroço. Branco- Branquidez- Brancura libertando-me dos grilhões dos amar elos (da menina) e vermelhos (da mulher), trazendo-me o silêncio do mundo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Amar Elos Vermelhos”, de Marcia Meira Basto, publicado pela editora Fundação de Cultura da Cidade do Recife, em 2005 e com 115 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Fundação de Cultura da Cidade do Recife
Páginas: 115
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788570441409
Sobre a editora
Os livros da editora Fundação de Cultura da Cidade do Recife oferecem uma imersão densa na cultura regional, com foco em manifestações populares, história local e expressões artísticas ligadas ao Recife e seu entorno. A experiência de leitura frequentemente traz um olhar atento às paisagens humanas e naturais, revelando as transformações sociais e culturais ao longo do tempo. O catálogo privilegia narrativas que dialogam com o patrimônio imaterial, como ciclos festivos, ritmos e danças tradicionais, além de obras que exploram a poesia e o teatro com linguagem acessível e popular. Há uma alternância entre textos mais documentais e outros de tom mais lírico, permitindo ao leitor transitar entre o informativo e o sensível, sempre com um ritmo que valoriza a reflexão e o envolvimento com o território.
