
Título: Amarantha: Diário dos Sonhos
Autor: Amanda Vaz Ciabotti
Sinopse: Nesta terra de criaturas fantásticas vive Amarantha Comuwel, uma jovem Guardiã dos Sonhos que, após o desaparecimento de sua mãe, ocorrido quanto ainda era muito pequena, se vê perdida e solitária. A partir de então, esta corajosa protetora do subconsciente teve de assumir importantes tarefas, dentre elas a de ajudar as Almaislins, Tecedoras de Sonhos nascidas do primeiro raio de sol, responsáveis por levá-los à humanidade. Além disso, a vida de Amarantha já esta complicada o suficiente com o casamento arranjado que seu pai conseguira, até que ninguém menos que Donnavan, o Senhor das Sombras, ameaça a sua vida e seu Reino. Sem ver outra saída, ela deverá encontrar na Terra um garoto capaz de ampliar sua magia e que poderá ser a chave para salvar a si mesma e seu mundo, e garantir as mais lindas noites de sono de todos nós.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Amarantha: Diário dos Sonhos”, de Amanda Vaz Ciabotti, publicado pela editora Novos Talentos da Literatura Brasileira, em 2014 e com 264 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Novos Talentos da Literatura Brasileira
Páginas: 264
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8542804066
ISBN13: 9788542804065
Sobre a editora
Os livros da editora Novos Talentos da Literatura Brasileira trazem narrativas que transitam entre o fantástico e o real, com frequentes elementos de mistério, conflitos pessoais e jornadas de autodescoberta. O catálogo apresenta histórias que exploram desde mundos mágicos e aventuras épicas até dramas urbanos e questões sociais contemporâneas, muitas vezes com personagens jovens enfrentando dilemas intensos. O tom varia entre o suspense, o humor e o drama, com ritmos que alternam entre a ação e a reflexão, convidando leitores a mergulhar em tramas tanto emocionais quanto imaginativas. Essa diversidade sugere um interesse em obras que dialogam com públicos que buscam tanto escapismo quanto temas mais densos e humanos.
