
Título: Amazonas: A divisão da "monstruosidade geográfica"
Autor: Ricardo José Batista Nogueira
Sinopse: Aparentemente inocente, o tema da divisão territorial traz sempre a questões da divisão do poder. Quanto mais dividido o território, maior o controle sobre seus habitantes. Não há porção territorial que não remeta à relação de poder. Isto pode ser percebido nas mais diversas escalas: desde os microespaços da vida cotidiana, até os largos espaços que recobrem a crosta terrestre. A proposta de divisão do Estado do Amazonas é discutida neste livro, considerando-se os principais argumentos, tais como a extensão territorial, a fronteira e a redenção do desenvolvimento. Além disso, o autor apresenta e polemiza com as principais propostas que existem, procurando deixar claro que não dá para responsabilizar a geografia pela desigualdade regional brasileira.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Amazonas: A divisão da “monstruosidade geográfica””, de Ricardo José Batista Nogueira, publicado pela editora EDUA, em 2007 e com 224 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: EDUA
Páginas: 224
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8574012394
ISBN13: 9788574012391
Sobre a editora
Os livros da editora EDUA convidam a uma imersão em temas ligados à história, cultura e sociedade brasileira, com foco frequente em regiões e grupos sociais pouco explorados. A leitura costuma ser densa e reflexiva, com análises que abordam desde fronteiras territoriais e dinâmicas de poder até práticas culturais indígenas e religiosas. O catálogo privilegia textos que combinam pesquisa acadêmica e narrativa crítica, em que o ritmo pode variar entre o mais analítico e o mais descritivo, sempre com um tom que estimula o pensamento crítico. Há obras que exploram a formação profissional e social, enquanto outras resgatam tradições orais e manifestações culturais, criando um contraste interessante entre o mais teórico e o mais narrativo.
