
Título: Amor, do Mito ao Mercado
Autor: ANDRE LAZARO
Sinopse: 'Há algum paraíso, amiga, há algum paraíso/ que não seja o amor? De modo algum/ minha doce amiga: há algum paraíso, amiga./ Quem dorme nos braços de sua amiga/ este encontrou o paraíso...' Estes versos medievais, de um rondó do século XIII, podem resumir este ensaio. É a síntese do que de melhor se pensou, disse, escreveu, cantou e celebrou do amor (sensual, erótico, platônico, místico, ascético...) ao longo de milênios. Sua preocupação é resgatar o sentido primigênio do amor como coisa divina (o mito), e não cair na atual banalização promovida pelos meios de massa que mercadejam com o que de mais belo, puro e santo inspira e move o agir humano.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Amor, do Mito ao Mercado”, de ANDRE LAZARO, publicado pela editora VOZES, em 1996 e com 232 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: VOZES
Páginas: 232
Ano: 1996
Edição: Religi‹o
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 853261681X
ISBN13: 9788532616814
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Vozes convidam o leitor a um contato profundo com temas que transitam entre o espiritual, o educacional e o filosófico, frequentemente com uma abordagem reflexiva e didática. A experiência de leitura é marcada por textos que ora se apresentam como instrumentos práticos — como manuais para projetos ou guias para catequese — ora se aprofundam em análises filosóficas e sociológicas, revelando um tom sério e contemplativo. Muitas obras exploram a dimensão da fé, da mística e da oração, enquanto outras investigam questões da psicologia, pedagogia e ética, oferecendo uma diversidade que, apesar de ampla, mantém um foco na formação do indivíduo e da comunidade. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas, como memórias e parábolas, e textos de caráter mais informativo e teórico, com linguagem acessível e estruturada para diferentes públicos, desde estudantes até leitores interessados em espiritualidade e ciências humanas.
