
Título: Amor Nos Tempos do Capitalismo
Autor: Eva Illouz
Sinopse: Ao longo do século XX, as esferas econômica e afetiva passaram a se mesclar de forma inseparável. Por influência da psicanálise e do feminismo, criou-se no trabalho, na família e nas relações pessoais uma cultura intensa das emoções. Enquanto as transações econômicas tornaram-se mais afetivas, os relacionamentos íntimos foram influenciados em boa parte por modelos de negociação, troca e igualdade. A isso a socióloga Eva Illouz chama capitalismo afetivo, conceito que debate ao longo desse livro, feito a partir de suas conferências. Para provar sua tese, a autora vasculha a literatura de autoajuda, revistas femininas, programas de entrevistas e sites de relacionamento, nos quais sentimentos são cada vez mais inspecionados, discutidos e negociados. Illouz trabalha o tema em diferentes pontos e oferece uma nova interpretação sobre as razões pelas quais o público e o privado, o econômico e o afetivo vieram a se fundir.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Amor Nos Tempos do Capitalismo”, de Eva Illouz, publicado pela editora Zahar, em 2011 e com 188 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Zahar
Páginas: 188
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8537807109
ISBN13: 9788537807101
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,218
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Zahar costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com uma linguagem acessível, mesmo em temas complexos como filosofia, psicanálise e história. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram o pensamento crítico e reflexivo, abordando desde biografias detalhadas e ensaios filosóficos até análises sociais e culturais. A narrativa frequentemente se apoia em investigações profundas, com ritmo que varia entre o didático e o contemplativo, convidando o leitor a um mergulho atento e prolongado em temas que vão da modernidade líquida às raízes do pensamento social. A diversidade do material indica que há tanto textos mais densos e conceituais quanto obras que privilegiam a clareza e a objetividade, sem perder a complexidade dos assuntos tratados.
