
Título: Amor: Uma Historia
Autor: SIMON MAY
Sinopse: O amor genuíno é incondicional? Altruísta? Inspirado pela beleza ou pela bondade? Necessariamente duradouro? Em Amor: uma história , o filósofo Simon May investiga essas e outras crenças arraigadas no imaginário coletivo sobre o amor, revelando que elas são o produto de uma longa herança cultural e não correspondem à verdadeira natureza dessa emoção suprema. Com extensa e rigorosa pesquisa, o autor atravessa dois milênios e meio do pensamento ocidental para demonstrar que nosso ideal de amor se desenvolveu a partir de suas origens hebraicas e gregas, através do cristianismo. Até que nos últimos duzentos anos a ideia de que "Deus é amor" foi invertida e se transformou em "amor é Deus", tornando-se a única religião universal que o Ocidente ainda possui.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Amor: Uma Historia”, de SIMON MAY, publicado pela editora ZAHAR, em 2012 e com 580 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: ZAHAR
Páginas: 580
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8537808857
ISBN13: 9788537808856
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,60
Sobre a editora
Os livros da editora Zahar costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com uma linguagem acessível, mesmo em temas complexos como filosofia, psicanálise e história. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram o pensamento crítico e reflexivo, abordando desde biografias detalhadas e ensaios filosóficos até análises sociais e culturais. A narrativa frequentemente se apoia em investigações profundas, com ritmo que varia entre o didático e o contemplativo, convidando o leitor a um mergulho atento e prolongado em temas que vão da modernidade líquida às raízes do pensamento social. A diversidade do material indica que há tanto textos mais densos e conceituais quanto obras que privilegiam a clareza e a objetividade, sem perder a complexidade dos assuntos tratados.
