
Título: An Essay Concerning Human Understanding
Autor: John Locke
Sinopse: In An Essay Concerning Human Understanding, first published in 1690, John Locke (1632-1704) provides a complete account of how we acquire everyday, mathematical, natural scientific, religious and ethical knowledge. Rejecting the theory that some knowledge is innate in us, Locke argues that it derives from sense perceptions and experience, as analysed and developed by reason. While defending these central claims with vigorous common sense, Locke offers many incidental – and highly influential – reflections on space and time, meaning, free will and personal identity. The result is a powerful, pioneering work, which, together with Descartes’s works, largely set the agenda for modern philosophy.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “An Essay Concerning Human Understanding”, de John Locke, publicado pela editora Penguin Books, em 1998 e com 816 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 816
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9780140434828
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
