
Título: Ana Karenina
Autor: Liev Tolstói
Sinopse: “Todos os gêneros de felicidade se parecem, mas cada infelicidade tem o seu caráter peculiar.” Ana Karenina é um dos maiores romances da literatura universal, uma das obras clássicas que apelam simultaneamente à razão e ao coração do leitor, que o deixam ora eufórico, ora cheio de angústia, a obra-prima de Tolstói retrata o caso de infidelidade da aristocrata Ana Karenina, tendo como fundo a Rússia czarista e decadente. A protagonista é uma mulher linda e sensual que ousou desafiar as convenções morais de sua época e teve de pagar por isso. Ao construir uma das mais comoventes histórias de amor que jamais foram narradas, Tolstói procura esclarecer diversas questões existenciais que concernem a todos e vai muito além do comum em sua tentativa de encontrar, se não uma receita infalível da felicidade terrena, pelo menos uma plausível explicação dos motivos pelos quais nem sempre é fácil alcançá-la.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Ana Karenina”, de Liev Tolstói, publicado pela editora Montecristo Editora, em 2023 e com 1073 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Montecristo Editora
Páginas: 1073
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Montecristo Editora convidam o leitor a navegar entre clássicos da literatura, filosofia e história, com narrativas que oscilam entre a sátira mordaz e o rigor analítico. O catálogo reúne obras que exploram desde conflitos humanos universais, como o destino e o poder, até reflexões sobre ideologias e práticas espirituais, em textos que variam do tom crítico e irônico ao didático e contemplativo. Em algumas obras, a linguagem é mais densa e filosófica, enquanto outras se destacam pelo ritmo mais narrativo e acessível, com personagens e enredos que atravessam tempos e culturas. Essa diversidade sugere um interesse editorial em provocar múltiplos níveis de leitura e engajamento, seja por meio de ensaios, romances ou guias práticos.
