
Título: Anarchist Communism (Penguin Great Ideas)
Autor: Peter Kropotkin
Sinopse: The humane yet devastating critique of how modern society is organized with the brutal few clinging onto their wealth and privileges at the expense of the many
Peter Kropotkin's anarchist texts had a fundamental impact on 19th and 20th century radicals of all kinds. These essays from The Conquest of Bread are bravura examples of his optimistic and angry vision of a world in which the just actions of the many can destroy the grip of the few.
Throughout history, some books have changed the world. They have transformed the way we see ourselves - and each other. They have inspired debate, dissent, war and revolution. They have enlightened, outraged, provoked and comforted. They have enriched lives--and upended them. Now Penguin brings you a new set of the acclaimed Great Ideas, a curated library of selections from the works of the great thinkers, pioneers, radicals and visionaries whose ideas shook civilization and helped make us who we are.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Anarchist Communism (Penguin Great Ideas)”, de Peter Kropotkin, publicado pela editora Penguin Books, em 2021 e com 128 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Penguin Books
Páginas: 128
Ano: 2021-06-08
Edição: Revised
Linguagem: en
ISBN: 0241472407
ISBN13: 9780241472408
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
