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Animal nº 2: Feio, Forte e Formal

Título: Animal nº 2: Feio, Forte e Formal

Autor: Philippe Vuillemin

Sinopse: A revista "Animal" foi um marco na cultura underground nacional. A publicação reunia quadrinhos adultos e artigos sobre o lado B da cena cultural da época (estes, geralmente, num encarte intitulado "Mau / Feio, Sujo e Malvado"). Nesse volume, além de artigos sobre George Bernard Shaw, sobre o filme "The Blues Brothers" e coisas tais, trabalhos de Massimo Mattioli ("Superwest"), Loustal ("Passeio Dominical"), Luc Cornillon ("Crônicas do Velho Ed"), Daniel Torres ("Olimpo"), Segura e Jordi Bernet ("Kraken - Querido Embaixador"), Vuillemin ("Em Algum Lugar da Etiópia"), A. C. Peres e Sérgio Dantas Miranda ("Viagem ao Centro da Terra"), Martin Veyron e Jean-Marc Rochette ("Edmundo, o Porco") e Stefano Tamburini e Tanino Liberatore ("Ranxerox em New York", segundo capítulo), entre outros. Capa de Jordi Bernet.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Animal nº 2: Feio, Forte e Formal”, de Philippe Vuillemin, publicado pela editora VHD Diffusion, em 1988 e com 66 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: VHD Diffusion

Páginas: 66

Ano: 1988

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre a editora

    Os livros da editora VHD Diffusion costumam mergulhar em universos onde o erotismo se mistura a elementos de fantasia, ficção científica e aventura, criando atmosferas que oscilam entre o sombrio e o provocativo. Muitas histórias apresentam personagens femininas fortes, algumas em contextos de poder ambíguo, como ladras que desafiam convenções com humor e arte sequencial cuidadosa. O catálogo também traz narrativas que transitam entre o passado e o futuro, com visuais que remetem a estilos específicos, como o new wave dos anos 80, e tramas que exploram mitos, pactos e desafios épicos. Além disso, há uma presença marcante da cultura underground, especialmente por meio da publicação da revista Animal, que reúne quadrinhos adultos e artigos sobre a cena cultural alternativa. O tom varia entre o denso e o irreverente, com histórias que podem ser ultraviolentas, decadentes e politicamente provocativas, mas também com momentos de humor e crítica social. Em geral, o ritmo pode ser intenso e o clima, carregado de tensão e transgressão.

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