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Animal nº 3: Feio, Forte e Formal

Título: Animal nº 3: Feio, Forte e Formal

Autor: Jordi Bernet

Sinopse: A revista "Animal" foi um marco na cultura underground nacional. A publicação reunia quadrinhos adultos e artigos sobre o lado B da cena cultural da época (estes, geralmente, num encarte intitulado "Mau / Feio, Sujo e Malvado"). Nesse volume, além de artigo sobre Ry Cooder, trabalhos de Antonio Segura e José Ortiz ("Burton & Cyb - Eu Robot. Você, Escroque!", Massimo Mattioli ("Music For Streets"), Milo Manara ("O Último e Trágico Dia de Gori Bau e Callipigia Sister"), Segura e Jordi Bernet ("Kraken - Cemitério S.A."), Martin Veyron e Jean-Marc Rochette ("Edmundo, o Porco", segundo capítulo), Bernard Chiavelli ("O Lobo e o Cordeiro"), Roberto Raviola, vulgo Magnus ("A Parede Pintada") e Stefano Tamburini e Tanino Liberatore ("Ranxerox em New York", terceiro capítulo), entre outros. Capa de José Ortiz, ano de publicação estimado.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Animal nº 3: Feio, Forte e Formal”, de Jordi Bernet, publicado pela editora VHD Diffusion, em 1988 e com 66 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: VHD Diffusion

Páginas: 66

Ano: 1988

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre a editora

    Os livros da editora VHD Diffusion costumam mergulhar em universos onde o erotismo se mistura a elementos de fantasia, ficção científica e aventura, criando atmosferas que oscilam entre o sombrio e o provocativo. Muitas histórias apresentam personagens femininas fortes, algumas em contextos de poder ambíguo, como ladras que desafiam convenções com humor e arte sequencial cuidadosa. O catálogo também traz narrativas que transitam entre o passado e o futuro, com visuais que remetem a estilos específicos, como o new wave dos anos 80, e tramas que exploram mitos, pactos e desafios épicos. Além disso, há uma presença marcante da cultura underground, especialmente por meio da publicação da revista Animal, que reúne quadrinhos adultos e artigos sobre a cena cultural alternativa. O tom varia entre o denso e o irreverente, com histórias que podem ser ultraviolentas, decadentes e politicamente provocativas, mas também com momentos de humor e crítica social. Em geral, o ritmo pode ser intenso e o clima, carregado de tensão e transgressão.

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