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Anna Karenina (Russian Books)

Título: Anna Karenina (Russian Books)

Autor: Leon Tolstoi

Sinopse: “Toda a diversidade, todo o encanto, toda a beleza da vida é feita de sombra e de luz”, escreve Liev Tolstói no romance que Fiódor Dostoiévski definiu como “impecável”. Publicado originalmente em forma de fascículos entre 1875 e 1877, antes de finalmente ganhar corpo de livro em 1877, Anna Kariênina continua a causar espanto. Como pode uma obra de arte se parecer tanto com a vida? Com absoluta maestria, Tolstói conduz o leitor por um salão repleto de música, perfumes, vestidos de renda, num ambiente de imagens vívidas e quase palpáveis que têm como pano de fundo a Rússia czarista. Nessa galeria de personagens excessivamente humanos, ninguém está inteiramente a salvo de julgamento: não há heróis, tampouco fracassados, e sim pessoas complexas, ambíguas, que não se restringem a fórmulas prontas. Religião, família, política e classe social são postas à prova no trágico percurso traçado por uma aristocrata casada que, ao se envolver em um caso extraconjugal, experimenta as virtudes e as agruras de um amor profundamente conflituoso, “feito de sombra e de luz”.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Anna Karenina (Russian Books)”, de Leon Tolstoi, publicado pela editora KNV - RUSSIAN BOOKS, em 2008 e com 798 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: KNV - RUSSIAN BOOKS

Páginas: 798

Ano: 2008

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9785699006120

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Leon Tolstoi é uma imersão em narrativas densas e multifacetadas, onde o ritmo varia entre o contemplativo e o épico. O autor constrói personagens complexos, muitas vezes inseridos em contextos históricos amplos, que revelam tensões sociais e dilemas morais profundos. Há uma alternância entre descrições detalhadas da vida aristocrática e a vivência do povo comum, trazendo uma visão tanto íntima quanto externa da Rússia do século XIX. A prosa pode ser ao mesmo tempo lírica e direta, com momentos de ironia e humor sutil, mas também de crítica severa. Essa experiência de leitura provoca reflexões sobre justiça, moralidade, amor e a condição humana, deixando no leitor perguntas sobre ética, poder e a busca por sentido.

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