
Título: Antes não era tarde: 9
Autor: Gonzaga Pedro
Sinopse: Pedro Gonzaga é dos poucos autores de hoje que não se deixam pautar por esses dias que mais parecem um desfile do sanatório geral. E é assim, autodefinido um "anacronista", o que fala dos rumores que o tempo não logra de todo apagar, que ele honra a mais fina tradição da crônica, a que faz do lirismo o material das suas bem traçadas. "Antes não era tarde" são memórias, as de vinte, trinta anos, junto com as de ontem mesmo e as de agora de manhã. Estrepolias de criança, família, o exemplo sempre presente do pai. A praia, a escola, os amigos, os amores ingênuos que não excluem um projeto de safadeza com a Jane Fonda reprisada à exaustão nas madrugadas da TV aberta. Viagens com a banda pelas estradas da vida. Sendo Pedro Gonzaga também poeta, suas crônicas rimam com uma de suas crenças: a de que o riso e a poesia estão entre as poucas vitórias da nossa triste espécie. Uma reflexão que leva a tanta outras – não menos agridoces.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Antes não era tarde: 9”, de Gonzaga Pedro, publicado pela editora Arquipélago, em 2019 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Arquipélago
Páginas: 144
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8554500334
ISBN13: 9788554500337
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Arquipélago costumam apresentar um olhar atento às transformações sociais, culturais e tecnológicas contemporâneas, frequentemente atravessados por análises críticas sobre o Brasil e o mundo. A experiência de leitura envolve textos que combinam narrativa jornalística, ensaios e reflexões profundas, com temas que vão desde questões políticas e ambientais até as dinâmicas da comunicação digital e as relações humanas. O tom dos livros varia entre o analítico e o sensível, com ritmo que alterna entre a densidade de debates éticos e jurídicos e a fluidez de relatos pessoais e biográficos. O catálogo indica uma preocupação em explorar tanto os impactos das novas tecnologias quanto as tensões sociais estruturais, sempre com uma linguagem acessível, mas que convida à reflexão cuidadosa.
