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Antonin Artaud: Insolências

Título: Antonin Artaud: Insolências

Autor: Alex Galeno

Sinopse: Antonin Artaud nasceu em Marselha, no dia 4 de setembro de 1896 e faleceu próximo a Paris, no dia 4 de março de 1948. Em 2018, completam-se, portanto, setenta anos de sua morte. Mesmo setenta anos não foram ainda suficientes, contudo, para elucidar e desvendar a profundidade e a complexidade deste poeta, ator, roteirista, desenhista, diretor de teatro e artífice do espírito. Neste livro, um conjunto de estudiosos e pesquisadores de várias universidades brasileiras e estrangeiras, inspirados pelas forças ígneas e telúricas, as mesmas que alimentaram Antonin Artaud em sua vida, produziram ensaios e reflexões inter e transdiciplinares. Estes textos nasceram a partir da rede de pesquisa e conversação teórico-metodológica entre os Grupos de Pesquisa Marginália, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN/CNPq) e o Grupo de Estudos em Comunicação e Produção Literária (PPG-FAC/UnB/CNPq).

Contexto da obra

Em coleções literárias, um livro como este costuma ganhar também um sentido editorial mais amplo. “Antonin Artaud: Insolências”, de Alex Galeno, publicado pela editora Moinhos, em 2018 e com 286 páginas, integra a categoria Livros de Coleções Literárias. Por isso, o leitor pode ganhar outra perspectiva quando observa não só o texto, mas também a coleção que o abriga.

Editora: Moinhos

Páginas: 286

Ano: 2018

Edição: 1

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 859257949X

ISBN13: 9788592579494

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,700
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 1,80

Sobre a editora

A leitura dos livros da editora Moinhos revela um interesse constante pela complexidade das experiências humanas, muitas vezes exploradas em narrativas densas e intensas, que transitam entre a poesia, o romance e o ensaio. O catálogo privilegia obras que expõem conflitos íntimos e sociais, como a violência estrutural, as tensões de gênero e as contradições da memória, em contextos urbanos ou periféricos marcados por desigualdades. A linguagem costuma ser cuidadosa e reflexiva, ora lírica, ora incisiva, com ritmo que oscila entre o fragmentado e o fluido, convidando o leitor a mergulhar em atmosferas que vão do cotidiano à dimensão simbólica. Moinhos publica textos que se debruçam sobre a condição feminina, a marginalidade, o corpo e a linguagem, além de estudos literários que propõem leituras críticas e analíticas profundas.

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