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ANTONINO PEREGRINO

Título: ANTONINO PEREGRINO

Autor: OSWALDO COSTA MARTINS

Sinopse: Nesta obra, palavras e figuras se entrelaçam para contar de forma poética a história de Antônio Conselheiro, figura mítica responsável por comandar o Arraial de Belo Monte, em Canudos, na Bahia, durante o século XIX. O livro Antônio Peregrino é ilustrado por Luci Sacoleira (divulgação) Narrada em primeira pessoa, a publicação aproxima o leitor da singularidade de Conselheiro e humaniza o homem também conhecido como Peregrino, devido às suas andanças pelo Nordeste. O livro é voltado para o público infanto-juvenil, mas alcança todas as idades. Foi lançado pela primeira vez em 2018, através de edital de cultura do Ceará, chegando a ser finalista do Prêmio Jabuti 2019. “As questões implicadas em Canudos estão presentes também hoje: a segregação, a tentativa de silenciamento do Nordeste pelo Sudeste, a exclusão, a concentração de renda, de terra, o racismo, a xenofobia, as mentiras produzidas por certos centros de poder para esvaziar a força popular, tudo isso está em jogo. O Arraial de Belo Monte, fundado por Conselheiro, teve um final trágico, mas a história continua”, garante Osvaldo Costa Martins. O escritor e psicanalista baseou seu mestrado nos manuscritos deixados por Conselheiro, uma das lideranças populares mais importantes da história do Brasil.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “ANTONINO PEREGRINO”, de OSWALDO COSTA MARTINS, publicado pela editora SECULT, em 2018 e com 64 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: SECULT

Páginas: 64

Ano: 2018

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8542012305

ISBN13: 9788542012309

    Sobre a editora

    Os livros da editora Secult costumam trazer um olhar atento à memória, à história e à cultura regional, especialmente do Pará e da Amazônia. A leitura desses títulos evoca imagens vívidas de épocas passadas, como o cotidiano comercial do início do século XX ou a efervescência cultural do modernismo paraense. O tom das obras varia entre o documental e o poético, alternando entre narrativas densas e textos mais breves e reflexivos, que desafiam o leitor a pensar sobre identidade e expressão. O catálogo revela um compromisso com a preservação e o resgate de registros históricos, artísticos e culturais, muitas vezes apresentados em formatos ricos em imagens, documentos e ilustrações. Essa diversidade editorial sugere que a Secult valoriza tanto o rigor da pesquisa quanto a força da linguagem sensível.

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