
Título: Antropofagia Zumbi
Autor: Suely Rolnik
Sinopse: Se a antropofagia é, de fato, uma marca do modo de produção da subjetividade e da cultura no Brasil, como pensavam os modernistas de 1922, há poucas razões para alegrar-se: a hibridação, a flexibilidade, a liberdade de experimentação e a irreverência por si mesmas não asseguram, de modo algum, a vitalidade de uma sociedade. (...) Embora haja uma variedade de posições entre estes dois extremos da micropolítica antropofágica no Brasil, a balança tende frequentemente para o polo reativo, o que cria um terreno fértil para a incorporação acrítica da política de produção da subjetividade introduzida pela dobra financeirizada do capitalismo.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Antropofagia Zumbi”, de Suely Rolnik, publicado pela editora N-1 edições, em 2021 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: N-1 edições
Páginas: 112
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586941636
ISBN13: 9786586941630
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,090
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 11,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora N-1 Ediçoes convidam o leitor a uma imersão em textos densos que transitam entre filosofia, política, arte e crítica social. A experiência de leitura costuma exigir atenção cuidadosa a conceitos complexos, com narrativas que oscilam entre o ensaio rigoroso e a reflexão poética, muitas vezes atravessadas por diálogos e cartas inéditas. O catálogo privilegia temas como o corpo, a temporalidade, a crítica ao racismo e às estruturas coloniais, além de explorar a relação entre arte e subjetividade. A linguagem é ao mesmo tempo densa e instigante, com ritmo que pode variar do mais contemplativo ao mais tenso, e um tom que mistura o didático com o experimental. Em meio a essa diversidade, há obras que se aproximam da filosofia política, outras que se dedicam a análises culturais e algumas que propõem cartografias conceituais para pensar o presente.
