
Título: Antropologia Aplicada (Estudos #60)
Autor: Roger Bastide
Sinopse: O homem submeteu as forças da natureza, mas não conseguiu controlar ainda as forças sociais, dominar as mudanças e planejá-las segundo as leis da razão. A Antropologia Aplicada propõe-se justamente, como ciência, a tarefa de contribuir com meios de seu saber para que se desenvolva à altura do nosso tempo e das nossas necessidades esta expansão do poder do homem, a partir da natureza fixa para a natureza social. Daí a enorme importância atual desta disciplina antropológica. Roger Bastide, sociólogo e antropólogo sobejamente conhecido por seus vínculos com esta área no Brasil e com a história da Universidade de São Paulo, aborda no presente livro os postulados da Antropologia Aplicada, seus métodos de ação e seus limites. Limites tão relevantes que ele sugere aqui um outro, o qual não mais extraia uma prática da teoria, isto é, que pesquise as leis da ação prometéica.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Antropologia Aplicada (Estudos #60)”, de Roger Bastide, publicado pela editora Perspectiva, em 2009 e com 208 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Perspectiva
Páginas: 208
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
