
Título: Antropologia e Comunicação: Princípios Radicais
Autor: José Carlos Rodrigues
Sinopse: O autor iniciou a obra com grandes questões Antropológicas, para assim, entrar diretamente nos problemas mais importantes que a Antropologia aborda. Ao mesmo tempo, esta obra deveria discutir os problemas da antropologia: tomá-la como um dos problemas antropológicos, ou seja, examinar suas virtudes e limitações, sua capacidade de enfrentar as tais grandes questões. Enfim, sonhava em escrever uma "introdução" que, ao contrário de muitas, não infantilizasse o leitor, mas que também não afugentasse logo na primeira página por causa da utilização de uma linguagem acessível de uma linguagem acessível apenas aos iniciados na sociedade secreta dos antropólogos. O autor José Carlos Rodrigues é professor do Departamento de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). É doutor em Antropologia pela Sorbonne. Além de expressiva quantidade de artigos científicos publicados, é autor de diversos livros.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Antropologia e Comunicação: Princípios Radicais”, de José Carlos Rodrigues, publicado pela editora Loyola, em 2008 e com 184 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Loyola
Páginas: 184
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8515026511
ISBN13: 9788515026517
Sobre a editora
Os livros da editora Loyola costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por uma abordagem profunda da fé cristã, da teologia e da espiritualidade, frequentemente com um tom reflexivo e didático. O catálogo apresenta obras que transitam entre textos que dialogam com a tradição religiosa e análises mais contemporâneas sobre temas como educação, filosofia e comunicação, revelando uma preocupação com o entendimento crítico e a formação pessoal. A linguagem varia entre o acessível e o acadêmico, contemplando desde textos para jovens e crianças até estudos para pesquisadores. A diversidade das obras sugere um equilíbrio entre narrativas que inspiram a vivência religiosa e trabalhos que exploram questões culturais, políticas e históricas ligadas à religião e à sociedade.
