
Título: Anything is Possible (Amgash #2)
Autor: Elizabeth Strout
Sinopse: Recalling Olive Kitteridge in its richness, structure, and complexity, Anything Is Possible explores the whole range of human emotion through the intimate dramas of people struggling to understand themselves and others. Here aretwo sisters: One trades self-respect for a wealthy husband while the other finds in the pages of a book a kindred spirit who changes her life. The janitor at the local school has his faith tested in an encounter with an isolated man he has come to help; a grown daughter longs for mother love even as she comes to accept her mother's happiness in a foreign country; and the adult Lucy Barton (the heroine of My Name Is Lucy Barton, the author's celebrated New York Times bestseller) returns to visit her siblings after seventeen years of absence. Reverberating with the deep bonds of family, and the hope that comes with reconciliation, Anything Is Possible again underscores Elizabeth Strout's place as one of America's most respected and cherished authors.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Anything is Possible (Amgash #2)”, de Elizabeth Strout, publicado pela editora Random House, em 2017 e com 272 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Random House
Páginas: 272
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 0812989406
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Random House apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o realismo histórico, o suspense contemporâneo e a ficção especulativa. A experiência de leitura costuma envolver personagens complexos em ambientes que vão desde pequenas vilas inglesas até cidades modernas e mundos imaginários, com conflitos que exploram tanto dramas pessoais quanto questões sociais amplas. O catálogo sugere obras que equilibram enredos mais narrativos e envolventes com textos que dialogam com temas atuais, como justiça social e memórias históricas, sempre com um ritmo que pode variar do introspectivo ao tenso. A linguagem, em geral, é acessível, mas não simplificada, convidando leitores que apreciam tanto o desenvolvimento psicológico quanto a construção cuidadosa do cenário.
