
Título: APENAS A ESCOLA, POR QUÊ?
Autor: João Arruda
Sinopse: O livro Apenas a escola, por quê? coloca em questão conceitos-chave e caros para a sociedade moderna, sobretudo quando indaga sobre educação, escola, e demais instituições. Ainda que, num primeiro momento, educação e escola possam parecer uma única e mesma coisa, João Arruda aponta que elas são distintas entre si e, se algo as aproxima e une, é o controle que querem e exercem sobre os indivíduos e suas subjetividades, impedindo-os de se manifestarem. A homogeneidade de pensamento e ação — por elas desejada — é a garantia de seu sucesso, ainda que para isso os indivíduos estejam obrigados a frequentá-la. O questionamento, em face à denúncia dos objetivos das instituições sociais, resulta implicitamente no anúncio problematizador à educação das novas gerações: qual a possibilidade de a escola e a educação desenvolverem a autossuficiência intelectual dos sujeitos, a partir do caráter controlador que lhes é próprio? É desejo da escola, é desejo da educação, e é desejo da sociedade moderna que os sujeitos se tornem autossuficientes intelectualmente?Clovis N. KassickDoutor em EducaçãoProfessor do Programa de Pós-Graduação em Educação da UNISUL
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “APENAS A ESCOLA, POR QUÊ?”, de João Arruda, publicado pela editora Appris Editora, em 2021 e com 139 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Appris Editora
Páginas: 139
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6525004454
ISBN13: 9786525004457
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,240
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.
