
Título: Aprender a ser Rapariga, Aprender a ser Rapaz - Teorias e Práticas da Escola
Autor: Saavedra Luísa
Sinopse: As desigualdades de género, mais do que uma questão unicamente associada ao feminino, são uma problemática que diz respeito às relações entre mulheres e homens, raparigas e rapazes. A escola, através de diversificadas práticas que são desconstruídas ao longo deste texto, tem contribuído para reproduzir as desigualdades de género, raça e classe social presentes em contextos sociais mais amplos. Mas, simultaneamente, pode funcionar como palco privilegiado de mudança, se os diferentes agentes educativos (pais, professores, directores escolares e profissionais de psicologia) quiserem responsabilizar-se por ela. A tomada de consciência desta situação constituir-se-á como passo essencial para a construção de uma escola onde a igualdade não passe unicamente de uma quimera, mas se torne uma realidade ao alcance das nossas mãos.
Contexto da obra
No campo jurídico, livros como este costumam ocupar um lugar importante entre estudo, consulta e formação. “Aprender a ser Rapariga, Aprender a ser Rapaz – Teorias e Práticas da Escola”, de Saavedra Luísa, publicado pela editora Almedina Brasil, em 2005 e com 126 páginas, integra a categoria Livros de Direito. Isso costuma ajudar a entender o lugar da obra entre livros de apoio, formação e referência jurídica.
Editora: Almedina Brasil
Páginas: 126
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 9724025411
ISBN13: 9789724025414
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,220
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,83
Sobre a editora
Os livros da editora ALMEDINA BRASIL apresentam uma leitura densa e focada em temas jurídicos e sociais, com forte ênfase em análises detalhadas de legislação, doutrina e jurisprudência. A experiência de leitura é marcada por textos que exploram questões complexas do Direito, como contratos públicos, direito constitucional, direito tributário e direito da saúde, frequentemente com abordagem crítica e contextualizada. O tom é predominantemente acadêmico e técnico, com ritmo que privilegia a reflexão aprofundada e o exame de casos práticos ou históricos. O catálogo sugere uma preferência por obras que dialogam com realidades nacionais e internacionais, muitas vezes trazendo análises comparativas e atualizações legislativas recentes.
