
Título: Arabesques (Romans Nouvelles et Récits)
Autor: Anton Shammas
Sinopse: Voici, sur plusieurs générations, la chronique de Palestiniens catholiques confrontés à leurs dominateurs successifs, relatée par l'un des leurs qui a choisi l'hébreu pour cette entreprise. Sans se laisser aveugler par la vindicte, sans tomber dans la complaisance, le narrateur évoque ce que furent dans leur quotidienne réalité et ce que sont devenus leurs communautés, leurs traditions, leur imaginaire et les conditions de leur existence. Cette autobiographie déguisée en roman imbrique une multitude d'histoires les unes dans les autres, au fil de mises en abyme virtuoses, dans une langue somptueuse. La double réussite d'Anton Shammas, c'est d'avoir, d'une même écriture, donné l'un de ces grands romans qui marquent leur temps et un témoignage fascinant sur les questions juive et palestinienne qui n'en finissent pas de révéler leur inquiétante complexité.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Arabesques (Romans Nouvelles et Récits)”, de Anton Shammas, publicado pela editora Actes Sud, em 1988 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Actes Sud
Páginas: 320
Ano: 1988
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9782868692153
Sobre a editora
Os livros da editora ACTES SUD apresentam uma experiência de leitura marcada por narrativas que exploram conflitos humanos profundos e contextos sociais variados, desde mistérios policiais em pequenas comunidades até reflexões sobre identidade e memória histórica. O catálogo revela uma predileção por histórias que desvendam as múltiplas camadas das relações pessoais e coletivas, muitas vezes com um tom introspectivo e um ritmo que alterna entre a tensão crescente e momentos de delicadeza. Há obras que se apoiam em ambientes geográficos específicos, como cidades ou regiões culturais, enquanto outras adotam formatos mais experimentais, como livros pop-up de luxo ou ensaios que dialogam com as artes e o corpo. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre narrativas mais narrativas e outras de cunho mais informativo ou ensaístico, oferecendo ao leitor uma gama de abordagens para temas contemporâneos e históricos.
